2009-12-01

Positivas (17)

A Viarco continua a surpreender-nos. Após a exposição realizada no Museu da Presidência, eis lançamentos de inovações mundiais, exportáveis! Boas práticas!
Noutra área,
a da saúde, há também que faça bem a todos nós, por nós, entre nós...

Haja iniciativa! Saiba como criar o seu négócio se tiver uma ideia!

E já agora: haja
humor :-)

Responsabilidade...

Juntar Marcelo, Menezes, Santana e Machete a uma só voz e com uma só mensagem, é possível? Parece que sim... parece que sim... O PSD é sempre uma caixa de surpresas, ou o que dele dizem é...

Mas a ideia de RESPONSABILIDADE não parece ser fácil de entrar no vocabulário e, sobretudo, na prática dos Portugueses... a começar pela dos seus líderes... a ver pelos
exemplos no que toca, desde logo, ao orçamento 2010...
Mas que também se verifica nos cidadãos ou no Ministério Público, que se dedicam a causas irrelevantes, sem propósito, perdendo tempo e gastando recursos desnecessários e que poderiam ser usados de modo mais criativo e produtivo, algo que é dever de cidadania (ver aqui alguns exemplos que seriam passíveis de riso... mas também de reflexão)...
Se calhar temos as lideranças que merecemos...

2009-11-30

Alerta amarelo... ou pior...

De ficar gelado... com as notícias vindas do Ártico...

... e do meio das areias pantanosas dos Emirados Árabes Unidos, em particular do Dubai... com dívidas que podem superar todas as previsões, e que nos devem servir de alerta, até porque crise está longe de estar totalmente superada!

... e na frente da luta contra o fundamentalismo e o terrorismo...

2009-11-29

Portugal em vias de extinção?

Portugal à beira da irrelevância e talvez do desaparecimento: é negro o diagnóstico de António Barreto... A leitura é obrigatória, obviamente...

Melo Antunes homenageado. Eanes, Soares e Sampaio presentes, mas Cavaco ausente, o que
gerou contestação e o Presidente foi mesmo desmentido face à sua ausência... O país não serena, toda a classe dirigente anda agitada, com querelas permanentes, e tal como a população e os media anda a discutir e a entreter-se com o que, com o devido respeito, são questões não essenciais nesta altura, estando por isso Portugal pouco focado no essencial: a dramática situação conjuntural, a falta de estratégia e de perspectivas a médio e longo prazo...

E isto no meio de uma crise sem precedentes desde 1974, e não apenas económica: com a Presidência da República, que deveria ser o garante das instituições, com piores índices de popularidade - e de credibilidade - desde 1976; com idêntica ou ainda maior gravidade a
desconfiança dos Portugueses face ao governo (nem direito a estado de graça teve!), e, em particular , do seu primeiro ministro (envolvido directa ou indirectamente em sucessivos casos que colocam em causa a sua seriedade - Universidade Independente, Freeport, TVI, Sucatas...), situação agravada pela letargia autofágica do PSD, incapaz de surgir como alternativa e, sobretudo, pelo descrédito do sistema de justiça que, com os últimos desenvolvimentos, surge agora aos olhos de boa parte dos Portugueses não só como demorada e ineficaz, mas também como pouco credível, incapaz de ser área de reserva e seriedade e vista até como impotente...

Em suma: instituições, sistema político-partidário, sistema judicial e sistema económico e financeiro em profunda crise (BPN, BPP,...), não são a marca do melhor período que o país possa atravessar... E há
avisos à navegação muito sérios para que devíamos olhar... E maus exemplos que não deveríamos ver copiados

2009-11-28

Tratado de Lisboa entra em vigor já no dia 1 de Dezembro...

O Tratado de Lisboa amplia a regra da maioria qualificada, diminuindo necessidade de consenso que, a 27, se tornaria crescentemente complexa e poderia paralisar UE.
Ambiente, segurança energética, alterações climáticas, estão entre áreas que passam a funcionar por maioria.
Política fiscal, segurança social, defesa e política externa mantêm a regra de unanimidade.


Também cresce poder do Parlamento, sobretudo pelo alargamento do processo de co-decisão (Conselho e Parlamento Europeu).

Presidências semestrais continuam a existir, mas apenas nos Conselhos de Ministros sectoriais, mas não no Conselho, passando a existir um Presidente (e uma estrutura permanente), que funciona como Secretário Geral do Conselho (órgão que é composto pelos 27 chefes de governo e de Estado... ). O primeiro Presidente será Belga, e abandona o cargo de primeiro-ministro daquele país, deixando-o numa delicada situação...

É criado em definitivo o Alto Representante para a Política Externa, espécie de Ministro dos Negócios Estrangeiros e, ao mesmo tempo, Vice Presidente da Comissão Europeia. Catherine Ashton, britânica, será a primeira pessoa a ocupar este cargo.

Veremos consequências, if any... Segundo muitos não é esta a questão, mas sim de LIDERANÇA e VONTADE POLÍTICA, em linha com a ACOMODAÇÃO por parte dos cidadãos Europeus...

2009-11-25

Positivas ... 16

Original iniciativa do 31 da Armada... doar uma estátua a Lisboa e homenagear Jaime Neves!

Não menos original e louvável a decisão do ISCTE: oferecer vagas nos seus Mestrados a desempregados licenciados com experiência

E mais um prémio para Portugal... desta vez na gestão de fundos! Do fundo de pensões!

2009-11-19

Que balanço?

Sentiu efeitos do Ano Europeu? Participou em actividades?

Leitura Obrigatória...

EDP torna-se na segunda maior empresa de energias renováveis... nos Estados Unidos! Através de um investimento de 4 mil milhões (a notícia noutros jornais fica-se pelos 2,7 mil milhões...)
O lado positivo:
- o alcance da política de internacionalização da EDP, no mercado mais competitivo do mundo... que não seria possível se a EDP fosse uma empresa pública...
- o significado desta aposta em termos ambientais, até por serem os Estados Unidos os "meninos feios" do "ocidente" nestas matérias (pelo menos aparentemente...).

Mas... : será que por cá não havia ainda espaço para mais investimentos? Num mercado "interno", em que 85% da energia consumida é importada, o mercado interno promete absorver qualquer aumento de produção "in Portugal"... Ou será que por razões burocráticas o investimento demoraria muito mais? Ou que as condições de rentabilização seriam menores? Ou será que é apenas o impacto mediático que tem um investimento nos EUA face a um equivalente em Portugal, e o que ele promete em termos de potencial futuro, nos EUA e na abordagem a outros mercados?
Era interessante compreender o porquê desta decisão de gestão estratégica da EDP...