A surpresa na conferência do Fórum Portucalense não está a ser a demissão do Governo, que todos encararam como esperada. É o facto de aparentemente Carvalho da Silva e António SAraiva terem inúmeros pontos de contacto.
Estamos já em fase de questões e debate. Tudo pode ser lido no facebook do Forum Portucalense.
“Sou o moscardo que nunca deixará de vos acordar, de vos admoestar” Sócrates, filósofo Grego e Universal, inspiração deste blog de ÉTICA, CIDADANIA e POLÍTICA e que resumiu assim toda a Filosofia: "Só sei que nada sei"
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2011-03-23
2011-03-08
Mediática revolta…
Curioso: não me recordo de o “top 5” das mais lidas no “I” serem todas sobre o mesmo tema! Mas hoje está a acontecer e o tema é.. os Homens da Luta e a RTP:
PS (dia 9): Será que os Portugueses estão mesmo a sublimar, por ora pela música, a sua revolta? Dia 12 veremos o que se passa...
Hoje ficamos pelas declarações da tomada de posse do Presidente, Anibal Cavaco Silva,que não foram apaziguadoras, nem consensuais, com apelos aos jovens ... Para todos os efeitos é um Presidente eleito com a maioria clara do voto dos mesmo Portugueses que andam na luta...
- Jel: um homem que luta – um artigo de opinião do Director da SIC Radical que merece, sem dúvida, ser lido e que fala mais de nós, Portugueses, e da atitude pró-activa e empreendedora que temos de aprender e apreender e praticar, do que de qualquer outra coisa…
- Jel: acho que é muito simbólico sermos nós a ir à Alemanha nesta altura
- Homens da Luta. Guerra de petições quer impedi-los de ir à Alemanha
- Nuno Santos divide a Administração da RTP
- Um fenómeno antitudo
PS (dia 9): Será que os Portugueses estão mesmo a sublimar, por ora pela música, a sua revolta? Dia 12 veremos o que se passa...
Hoje ficamos pelas declarações da tomada de posse do Presidente, Anibal Cavaco Silva,que não foram apaziguadoras, nem consensuais, com apelos aos jovens ... Para todos os efeitos é um Presidente eleito com a maioria clara do voto dos mesmo Portugueses que andam na luta...
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Presidente
2011-03-04
Debate: António Saraiva e Carvalho da Silva (23.Mar.11), Porto
FORUM
PORTUCALENSE
Associação Cívica Para o Desenvolvimento da Região Norte
Associação de Utilidade Pública
Despacho do Primeiro Ministro de 20 de Outubro de 1987 in DR 253, II Série, 03-11-2007
CICLO DE DEBATES
PORTUGAL – QUE DESTINO?
1.º Jantar-debate
Porto, Hotel Infante de Sagres
23 de março de 2011, 20H00
ANTÓNIO SARAIVA
Presidente da Confederação Empresarial de Portugal
MANUEL CARVALHO DA SILVA
Secretário Geral CGTP-Intersindical
Preço: 30 € para sócios do Forum Portucalense e 35 € para não sócios Informações e inscrições:
|
2010-07-06
Cidadania Nobre...
O Fórum Portucalense lança um ciclo de jantares-debate com ex-presidentes e candidatos Presidenciais: Fernando Nobre, Mário Soares, Jorge Sampaio, Freitas do Amaral, Cavaco Silva, Manuel Alegre...
O primeiro jantar Debate contará com a presença de Fernando Nobre e terá como tema: "Cidadania - Presente e Futuro".
É já no dia 12.Julho 2010, 20h, Hotel Infante Sagres, Porto.
2009-09-11
Homenagens que merecem reflexão...
De Ovar (sobretudo sector da cortiça e outros sectores - ver video RTP), a Paços de Ferreira (sobretudo mobiliário e energias) ou à Região de Leiria (com incidência nos moldes, mas com empresários da construção civil, cerâmica, os ou dos plásticos), já vamos na terceira homenagem de empresário de diversos sectores e de diversas regiões a Manuel Pinho.
Também a AEP lamentou a sua saída: ""Lamentamos o que sucedeu", disse à Lusa o vice-presidente do conselho de administração da AEP Paulo Nunes de Almeida. O responsável salientou a "relação muito próxima" da associação com o ministro. "É um ministro com um papel importante. Uma pessoa que nos habituou a ouvir e a tentar resolver os problemas dos empresários portugueses", referiu."
Este coro de apoios, sobretudo gerado por associações empresariais e PMEs (Pequenas e Médias Empresas, as tais de que todos os partidos andam a falar!) estende-se até, imagine-se, a dirigentes do BE e a autarcas do PSD:
(...) com o apoio, sem preconceitos do "politicamente correcto", do presidente da câmara local [de Paços de Ferreira], o social-democrata Pedro Pinto. "Já passaram muitos governos e de muitas cores. Sentíamo-nos órfãos de uma estratégia, de uma atitude governamental que olhasse para o sector empresarial de Paços de Ferreira, que vai muito para além do mobiliário. E foi com Manuel Pinho que se conseguiu avançar. Ele fez a diferença", declarou Pedro Pinto (...) Foi disso que os empresários falaram: o sector o mobiliário português passou a ser um cluster estratégico da economia portuguesa e obteve apoio inadiável quando a crise ameaçava as pequenas e médias empresas, através da criação de um programa de apoio ao sector, que orça os 10 milhões de euros para os próximos dois anos. (...)".
Não é habitual. Por isso as homenagens a Manuel Pinho por empresários, e mesmo por autarcas do PSD, devem fazer-nos reflectir...
Numa altura eleitoral, aquilo que deveria estar a ser discutido era: que modelo de desenvolvimento para Portugal para as próximas décadas?
Será que Pinho traçou um rumo com sentido? Aparentemente, por debaixo da poeira e da futilidade noticiosa, esta a questão que deveria ser tratada. Importava debater as vantagens e as desvantagens do modelo que, a julgar pelos empresários envolvidos (e são já centenas, contando as 3 iniciativas), Manuel Pinho - e o governo PS - nos trouxeram e que Sócrates promete continuar.
P.S: e falando de energias renováveis, nomeadamente solar...
Também a AEP lamentou a sua saída: ""Lamentamos o que sucedeu", disse à Lusa o vice-presidente do conselho de administração da AEP Paulo Nunes de Almeida. O responsável salientou a "relação muito próxima" da associação com o ministro. "É um ministro com um papel importante. Uma pessoa que nos habituou a ouvir e a tentar resolver os problemas dos empresários portugueses", referiu."
Este coro de apoios, sobretudo gerado por associações empresariais e PMEs (Pequenas e Médias Empresas, as tais de que todos os partidos andam a falar!) estende-se até, imagine-se, a dirigentes do BE e a autarcas do PSD:
(...) com o apoio, sem preconceitos do "politicamente correcto", do presidente da câmara local [de Paços de Ferreira], o social-democrata Pedro Pinto. "Já passaram muitos governos e de muitas cores. Sentíamo-nos órfãos de uma estratégia, de uma atitude governamental que olhasse para o sector empresarial de Paços de Ferreira, que vai muito para além do mobiliário. E foi com Manuel Pinho que se conseguiu avançar. Ele fez a diferença", declarou Pedro Pinto (...) Foi disso que os empresários falaram: o sector o mobiliário português passou a ser um cluster estratégico da economia portuguesa e obteve apoio inadiável quando a crise ameaçava as pequenas e médias empresas, através da criação de um programa de apoio ao sector, que orça os 10 milhões de euros para os próximos dois anos. (...)".
Não é habitual. Por isso as homenagens a Manuel Pinho por empresários, e mesmo por autarcas do PSD, devem fazer-nos reflectir...
Numa altura eleitoral, aquilo que deveria estar a ser discutido era: que modelo de desenvolvimento para Portugal para as próximas décadas?
Será que Pinho traçou um rumo com sentido? Aparentemente, por debaixo da poeira e da futilidade noticiosa, esta a questão que deveria ser tratada. Importava debater as vantagens e as desvantagens do modelo que, a julgar pelos empresários envolvidos (e são já centenas, contando as 3 iniciativas), Manuel Pinho - e o governo PS - nos trouxeram e que Sócrates promete continuar.
P.S: e falando de energias renováveis, nomeadamente solar...
2009-05-30
Educação
Hoje houve mais uma importante manifestação de professores (e não só). Direito à indignação? Com certeza. Mas... mesmo em vésperas de eleições, houve explicação sobre os Motivos concretos? Foram lançadas algumas propostas? Desconhece-se...
Por outro lado, há dias surgiram comentários no www.umzeroaesquerda.blogspot.com e noutros blogs sobre uma situação concreta: "Uma professora de ciências do ensino básico que obteve uma decisão positiva sobre a passagem à reforma, foi impedida de dar aulas a partir de 31 de Maio, embora tenha manifestado a vontade de o fazer até finalizar o ano lectivo. A “revolução” de que tem falado Vital Moreira (...) não passa de mais papéis, incompetência e falta de respeito. (...) Se ainda há alguém com vontade de defender Maria de Lurdes Rodrigues, o seu ministério e a sua direcção regional do norte, faça favor".
Pois bem: mais do que defender pessoas, pensamos que todo o modo de colocar a questão do debate da educação é errado. Pior: ele é erradamente colocado por aqueles que têm obrigação de ... EDUCAR para o EXERCÍCIO da CIDADANIA e daqueles que, por ora, têm o dever do EXERCÍCIO DO PODER! E depois são ajudados por uma sociedade que parece ter dificuldades em compreender uma regra base: DEBATER IDEIAS, MEDIDAS e IMPLEMENTAÇÕES, NÃO PESSOAS em si! (sim, podem obviamente debater os seus comportamentos e as suas condutas... no serviço público, não na esfera privada...)
E neste debate, que a TODOS prejudica, porque prejudica os alunos, e portanto uma geração inteira, a que representa o futuro do´país o problema dos professores é de “Atitude”, o problema da Ministra é de Comunicação.
Como é possível conseguri notáveis mobilizações de uma classe e... não aproveitar para debater os princípios fundamentais subjacentes à política de educação? não aproveitar para propor releituras e novas oportunidades? novas medidas? como não debater apresentando propostas concretas alternativas?
Como é possível que a aplicação um procedimento administrativo – por inadequado que seja, sobretudo em termos dos interesses dos alunos, possa ser apontado à Ministra? Antes de escrever este post alguém foi verificar quais os procedimentos de “passagem à reforma” na administração pública?
Talvez nesse caso se tivesse legitimidade para criticar a cega aplicação de normas que prejudicará, objectivamente, os alunos desta professora, pela DREN (ou por qualquer outra entidade pública com competências similares), mas se compreenderia que a Ministra não tem propriamente relação com o assunto – nem o Ministério da Educação é diferentes dos demais neste caso.
O problema do debate sobre educação em Portugal, no momento, é mesmo este: os professores criticam por tudo e por nada; fazem manifestações sem serem capazes de lhe indicar UM propósito que não seja... o de protestar contra... “a política”... Ora: “ política” de educação deve partir de uma ideia de sociedade, corporizar-se em algo concreto... Logo: critico os seus fundamentos (e contraponho outros, outro entendimento da sociedade) e/ou as medidas concretas de uma política.
Criticar “a política” de um modo abstracto, sem dizer a que me refiro... é vago, inútil, demagógico...
- todos os cidadãos, e sobretudo a classe que tem como missão formar as próximas gerações de cidadãos, devem... fazer crítica construtiva: não basta dizer mal, é preciso dizer O QUE se critica e o QUE SE PROPÕE, sob pena de ser “dizer mal por dizer mal”.
- em vésperas de eleições, o protesto deve ser, deve ser, feito com propostas, deve ser assumido como o apresentar de caminhos alternativos e... reverter-se em VOTOS!
- O problema dos professores é precisamente que cairam nesse dizer mal por dizer mal: fizeram uma das maiores manifestações de que há memória em Portugal, mantiveram o momentum e... NADA, nem uma proposta! Não aproveitaram esse notável movimento de empenho e de exercício de cidadania para CONTRAPOREM uma proposta de modelo de avaliação. Apenas se reuniram para... pedir a suspensão da aplicação! Isso não é contrapor políticas, isso é “bota abaixo”... Para manter tudo como está, sem métodos de avaliação! Mais: ou me manifesto contra o sistema de avaliação proposto, ou contra “a política”....
- para cúmulo os professores, numa ânsia crítica sem limites, aproveitam tudo para criticar a Ministra, mesmo usando exemplos que nada têm de “político”... Como este caso que, mostrando bem a estupidez de certas regras da função pública e da aplicação cega de normas, não tem claramente qualquer relação com esta Minista...
O problema da Ministra, por seu lado, é não conseguir comunicar, e mostrar à maioria dos professores – a larga maioria da classe, tal como da maioria das classes profissionais em Portugal, é constituída por pessoas sensatas... – que para dialogar, é preciso apresentar contra-propostas, ser construtivo na crítica, apontar especificamente os erros das políticas e das medidas concretas... Em suma: o que falta à Ministra é a capacidade de diálogo com aqueles que tutela, que têm a responsabilidade de fazer a socialização em nome do Estado e que, por isso, são agentes vitais para implementar as políticas... LOGO: a Ministra não tem condições para seguir com a implementação das suas políticas, por não ter condições nem ter mostrado capacidade de abrir os canais de diálogo. Idealmente, ocorreria o mesmo que no Ministério da Saúde: a substituição de protagonista foi o suficiente para que a mesma política, com alterações menores, muito ligeiras, fosse implementada, de modo tranquilo, sem a animosidade que existia com Correia de Campos. Sucede que estamos agora em período eleitoral. Socrates não pode substituir a Ministra agora... Teremos de esperar pelas eleições...
O que se espera é que os professores aproveitem este momento para reflectirem sobre a sua Atitude. E que a alterem. E que procurem AGORA dialogar com os partidos – que são os agentes envolvidos nas eleições de modo directo, como mediadores entre a sociedade e o poder – para que cada um dos CONCORRENTES ÀS ELEIÇÕES DEFINA e EXPONHA quais os seus princípios para a EDUCAÇÃO e quais as MEDIDAS CONCRETAS que propõe...
Por outro lado, há dias surgiram comentários no www.umzeroaesquerda.blogspot.com e noutros blogs sobre uma situação concreta: "Uma professora de ciências do ensino básico que obteve uma decisão positiva sobre a passagem à reforma, foi impedida de dar aulas a partir de 31 de Maio, embora tenha manifestado a vontade de o fazer até finalizar o ano lectivo. A “revolução” de que tem falado Vital Moreira (...) não passa de mais papéis, incompetência e falta de respeito. (...) Se ainda há alguém com vontade de defender Maria de Lurdes Rodrigues, o seu ministério e a sua direcção regional do norte, faça favor".
Pois bem: mais do que defender pessoas, pensamos que todo o modo de colocar a questão do debate da educação é errado. Pior: ele é erradamente colocado por aqueles que têm obrigação de ... EDUCAR para o EXERCÍCIO da CIDADANIA e daqueles que, por ora, têm o dever do EXERCÍCIO DO PODER! E depois são ajudados por uma sociedade que parece ter dificuldades em compreender uma regra base: DEBATER IDEIAS, MEDIDAS e IMPLEMENTAÇÕES, NÃO PESSOAS em si! (sim, podem obviamente debater os seus comportamentos e as suas condutas... no serviço público, não na esfera privada...)
E neste debate, que a TODOS prejudica, porque prejudica os alunos, e portanto uma geração inteira, a que representa o futuro do´país o problema dos professores é de “Atitude”, o problema da Ministra é de Comunicação.
Como é possível conseguri notáveis mobilizações de uma classe e... não aproveitar para debater os princípios fundamentais subjacentes à política de educação? não aproveitar para propor releituras e novas oportunidades? novas medidas? como não debater apresentando propostas concretas alternativas?
Como é possível que a aplicação um procedimento administrativo – por inadequado que seja, sobretudo em termos dos interesses dos alunos, possa ser apontado à Ministra? Antes de escrever este post alguém foi verificar quais os procedimentos de “passagem à reforma” na administração pública?
Talvez nesse caso se tivesse legitimidade para criticar a cega aplicação de normas que prejudicará, objectivamente, os alunos desta professora, pela DREN (ou por qualquer outra entidade pública com competências similares), mas se compreenderia que a Ministra não tem propriamente relação com o assunto – nem o Ministério da Educação é diferentes dos demais neste caso.
O problema do debate sobre educação em Portugal, no momento, é mesmo este: os professores criticam por tudo e por nada; fazem manifestações sem serem capazes de lhe indicar UM propósito que não seja... o de protestar contra... “a política”... Ora: “ política” de educação deve partir de uma ideia de sociedade, corporizar-se em algo concreto... Logo: critico os seus fundamentos (e contraponho outros, outro entendimento da sociedade) e/ou as medidas concretas de uma política.
Criticar “a política” de um modo abstracto, sem dizer a que me refiro... é vago, inútil, demagógico...
- todos os cidadãos, e sobretudo a classe que tem como missão formar as próximas gerações de cidadãos, devem... fazer crítica construtiva: não basta dizer mal, é preciso dizer O QUE se critica e o QUE SE PROPÕE, sob pena de ser “dizer mal por dizer mal”.
- em vésperas de eleições, o protesto deve ser, deve ser, feito com propostas, deve ser assumido como o apresentar de caminhos alternativos e... reverter-se em VOTOS!
- O problema dos professores é precisamente que cairam nesse dizer mal por dizer mal: fizeram uma das maiores manifestações de que há memória em Portugal, mantiveram o momentum e... NADA, nem uma proposta! Não aproveitaram esse notável movimento de empenho e de exercício de cidadania para CONTRAPOREM uma proposta de modelo de avaliação. Apenas se reuniram para... pedir a suspensão da aplicação! Isso não é contrapor políticas, isso é “bota abaixo”... Para manter tudo como está, sem métodos de avaliação! Mais: ou me manifesto contra o sistema de avaliação proposto, ou contra “a política”....
- para cúmulo os professores, numa ânsia crítica sem limites, aproveitam tudo para criticar a Ministra, mesmo usando exemplos que nada têm de “político”... Como este caso que, mostrando bem a estupidez de certas regras da função pública e da aplicação cega de normas, não tem claramente qualquer relação com esta Minista...
O problema da Ministra, por seu lado, é não conseguir comunicar, e mostrar à maioria dos professores – a larga maioria da classe, tal como da maioria das classes profissionais em Portugal, é constituída por pessoas sensatas... – que para dialogar, é preciso apresentar contra-propostas, ser construtivo na crítica, apontar especificamente os erros das políticas e das medidas concretas... Em suma: o que falta à Ministra é a capacidade de diálogo com aqueles que tutela, que têm a responsabilidade de fazer a socialização em nome do Estado e que, por isso, são agentes vitais para implementar as políticas... LOGO: a Ministra não tem condições para seguir com a implementação das suas políticas, por não ter condições nem ter mostrado capacidade de abrir os canais de diálogo. Idealmente, ocorreria o mesmo que no Ministério da Saúde: a substituição de protagonista foi o suficiente para que a mesma política, com alterações menores, muito ligeiras, fosse implementada, de modo tranquilo, sem a animosidade que existia com Correia de Campos. Sucede que estamos agora em período eleitoral. Socrates não pode substituir a Ministra agora... Teremos de esperar pelas eleições...
O que se espera é que os professores aproveitem este momento para reflectirem sobre a sua Atitude. E que a alterem. E que procurem AGORA dialogar com os partidos – que são os agentes envolvidos nas eleições de modo directo, como mediadores entre a sociedade e o poder – para que cada um dos CONCORRENTES ÀS ELEIÇÕES DEFINA e EXPONHA quais os seus princípios para a EDUCAÇÃO e quais as MEDIDAS CONCRETAS que propõe...
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